SEMANA DO ANIVERSÁRIO DE BELO HORIZONTE NO MEMORIAL VALE

foto: KK Bicalho -Arquivo Pessoal

Saraus literários e musicais, shows, teatro, exposições e bate-papo sobre dança estão na semana de 8 a 14 de dezembro no Memorial Vale. Em homenagem ao aniversário de 123 anos de Belo Horizonte e aos 300 anos de Minas Gerais, o Educativo do Memorial Vale preparou ações especiais. No dia 12, próximo sábado, às 11 horas, haverá a transmissão, pelo Instagram do Memorial, de quatro episódios da "Rádio Memorialística", que, inspirados no formato da época de ouro do rádio, vão narrar a história de Minas Gerais, desde a sua exploração econômica inicial, até a fundação da capital. O link de acesso será o do Instagram: https://www.instagram.com/memorial.vale/.

 

Nos dias 9, 10 e 11 de dezembro o Educativo publicará, nas redes sociais, a “BH Oncotô”, uma série de charges para celebrar as duas datas. São charges que apresentam de forma bastante inusitada e divertida o planejamento da construção da nova capital mineira. As tirinhas também provocam questões que todo morador da cidade já pensou ou irá pensar sobre BH.

 

E a partir do dia 10 de dezembro até 6 de janeiro, das 18h30 às 5 da manhã, o Memorial Vale exibe o espetáculo cultural de led mapping na fachada, com imagem e luz, celebrando os 300 anos de Minas Gerais. A projeção faz menção à Minas tradicional e à Minas contemporânea, com base nos conteúdos presentes nas exposições, tanto de longa duração, como também nas temporárias já exibidas no Memorial Vale. Ao longo do dia, o led mapping das janelas permanece em exibição. O espetáculo integra a programação associada do Luzes da Liberdade – Circuito Liberdade.

 

As apresentações continuam online, seguindo o planejamento do #MemorialValeEmCasa, feitas pelo Youtube. Estão também disponíveis nas redes sociais do espaço (facebook e instagram) e no site. As transmissões feitas pelo Youtube ficam disponíveis para o público alguns dias depois, variando conforme a atração.

 

Confira os detalhes das atrações:

 

08/12 – EXPOSIÇÃO “RELICÁRIO”, POR RAMON NAVARRO E DÉBORA DINIZ

Dia 8 de dezembro, terça-feira, a partir das 11 horas o Memorial Vale apresenta a exposição “Relicário”, de Ramon Navarro, com textos de Débora Diniz. Relicário é um álbum virtual de memória que homenageia mulheres mortas pela pandemia de Covid-19 no Brasil. As ilustrações feitas por Ramon Navarro com colagens sobre fotografias antigas são acompanhadas de textos escritos por Débora Diniz a partir de notícias de morte de mulheres comuns e anônimas. A apresentação integra o projeto “Mostra de Fotografia”, do Memorial Vale e fica até dia 8 de janeiro de 2021.

 

Criado no final de março de 2020, quando a Covid-19 começou a avançar no Brasil, o perfil de Instagram @reliquia.rum (em alusão à palavra relicário em latim) publica diariamente textos e imagens criados por Ramon Navarro e Debora Diniz para refletir sobre a morte de mulheres pela pandemia. A proposta do @reliquia.rum nasceu da inquietação com a morte que tem assolado multidões, transformando vidas em números, despidas de biografias. Partindo de notícias de mortes de mulheres anônimas, o álbum virtual usa a imaginação para um exercício coletivo do luto, do direito de sentir a perda, com atenção às desigualdades impostas pelos regimes de gênero, raça, classe e deficiência que precarizam vidas de brasileiras.

 

Ramon Navarro é cineasta e artista plástico mineiro, com mais de 20 anos de experiência em produções audiovisuais independentes. Em 2018, foi homenageado no Festival de Cinema de Trancoso (Bahia).

 

Debora Diniz é antropóloga, pesquisadora e professora na Universidade de Brasília. É fundadora da organização feminista Anis - Instituto de Bioética, que atua em defesa de direitos de meninas, mulheres e outras minorias.

 

08/12 e 15/12 – OUTRAS DIREÇÕES: NARRATIVAS DISSIDENTES, COM RAFAEL BACELAR

Nos dias 8 e 15 de dezembro, às 20 horas, o Memorial Vale apresenta o projeto “Outras direções: narrativas Dissidentes”, com Rafael Bacelar, que propõe, por meio de uma cartografia de narrativas dissidentes, realizar encontros e debates online com agentes da arte e pesquisadores LGBTQIA+ com foco nas funções desempenhadas pela direção teatral. Integra o projeto “Contemporâneo” do Memorial Vale.

 

Rafael Bacelar tem se destacado na cena artística belohorizontina por seu intenso trabalho aliando suas pesquisas na área do teatro e da dança às lutas sociais e políticas de pessoas LGBTQIA+. Dentre seus principais ofícios destacam-se os trabalhos como ator-bailarino, diretor de teatro e pesquisador na área de artes cênicas e estudos culturais, sexualidade e gênero. É fundador da companhia de teatro Toda Deseo/MG, foi co-fundador do coletivo Bacurinhas/MG, co-fundador do Cabaré das Divinas Tetas/MG e ator convidado na Companhia Brasileira de Teatro/PR. Possui formação técnica em atuação pelo Teatro Universitário da UFMG e cursou bacharelado em teatro na mesma instituição.

 

09/12 – PEÇA “SOB O MESMO TETO”, COM MARIANA BARBOSA

Dia 9 de dezembro, às 18h30 horas, o Memorial Vale apresenta a peça “Sob o mesmo teto”, com Mariana Barbosa, que coloca em cena a convivência contínua de um casal composto por duas mulheres, tendo a mesa da cozinha como “palco” para essa relação, ampliando a discussão das definições de casa, corpo, família e amor. A mesa como um espaço comum da casa onde se compartilha, para além das refeições, a vida, o lar. O evento faz parte do projeto “Gerais Cultura de Minas” do Memorial Vale.

 

Mariana Barbosa é atriz, formada em Teatro pela Universidade Federal de São João del Rei e pelo Curso de Preparação para Atores da extinta Cia. ManiCômicos. Durante sua trajetória no teatro, pesquisa a corporeidade do ator e seus desdobramentos na cena. Aprofunda sua pesquisa juntamente com o trabalho do grupo mineiro Teatro da Pedra, onde desenvolve a criação partindo dos ensinamentos de Rudolf Laban e os conceitos vocais de atuação polifônica com Ernani Maletta e Francesca Della Monica.

 

09/12 – SHOW ONÁ, COM ANDRÉ OLIVEIRA

No dia 9 de dezembro, quarta-feira, de 19h30, o Memorial Vale recebe o lançamento do CD Oná, de André Oliveira, um trabalho autoral com 12 composições instrumentais que passeiam pelo choro, baião, afoxé, música mineira, música afro-brasileira em geral, numa mistura efervescente de ritmos e melodias com arranjos próprios para formação instrumental de sopros, cordas, percussão e vozes. Acompanhado por Daniel Guedes (percussão), Bruno de Oliveira (contrabaixo) e André Siqueira (flautas), André Oliveira toca violão sete cordas e viola caipira. O show integra o projeto “Gerais Cultura de Minas”, do Memorial Vale.

 

Oná é uma palavra iorubá que significa caminho. O nome foi escolhido porque as composições contêm elementos que remetem às raízes africanas da música brasileira e sua riqueza rítmica, e refletem a caminhada do artista e o legado de seus ancestrais, em uma trajetória que continua ao longo dos tempos.

 

André Oliveira, ao longo de seus aproximados dez anos de carreira artística como músico. Vem

desenvolvendo um trabalho de criação que reflete as influências dos diferentes trabalhos musicais, dos quais participou com variados grupos e artistas, e ainda os estudos realizados no campo da música. Lançou em 2019 seu primeiro CD autoral. Foi diretor musical nos CDs do Quinto do Choro, "Espere um Pouquinho", Vicentina Brant, "Que bem me faz" e no DVD ao vivo "Musical Casa de Vó”. Gravou nos CDs dos artistas Bilora, Bruno Grossi e Batuque Cello. Produz a Série "Entre Janelas", no qual convida músicos, cada um de sua casa, para gravar uma música. São lançados semanalmente no Canal do YouTube de André Oliveira.

 

10/12 – SHOW “ATEMPORAL” DE BETO LOPES

No dia 10 de dezembro, quinta-feira, às 19h30, o Memorial Vale apresenta o show Atemporal, do músico Beto Lopes. É um show exclusivo, que celebra o momento de retorno do artista enquanto "Líder Band". É uma produção da Vês Projetos Culturais junto com Beto Lopes, que retorna aos palcos com seu trabalho autoral ao lado de André "Limão" Queiroz e Enéias Xavier. Integra o projeto “Gerais Cultura de Minas” do Memorial Vale.

 

Neste show, os músicos mostram toda sua versatilidade, em uma incrível dinâmica no palco. O público poderá ver e sentir o músico Beto Lopes alternar o violão sete cordas,o trompete, e o baixo acústico. Enéias Xavier assumirá o baixo elétrico, o baixo acústico e piano/teclado e o músico André "Limão" Queiroz em sua incrível bateria, hora tocará com baquetas e percussões, e hora tocará e encantará o público com sua performance incrível na vassourinha.

 

Nascido em Rio do Peixe, Pitangui (MG), Beto Lopes é compositor, guitarrista, violonista, baixista, arranjador e cantor. Gravou seu primeiro disco "Rua Um", em 1989, com participações de Lô Borges, Toninho Horta, Paulo Santos e Décio Ramos (Uakti). Desde 1986, vem tocando com grandes músicos brasileiros: Hermeto Pascoal, Nivaldo Ornelas, Beto Guedes, Ló Borges, Toninho Horta, Tavinho Moura, Milton Nascimento e Fernando Brant, entre outros. Recentemente participou, ao lado de Toninho Horta, de uma turnê pelo sul do País. Também realizou Turnê nacional ao lado de Milton Nascimento e Bárbara Barcelos com o espetáculo “Semente da Terra”.

 

11/12 – PERFORMANCE “POESIAS RECORTADAS”, COM KK BICALHO

No dia 11 de dezembro, sexta-feira, às 11 horas, a artista plástica KK Bicalho apresenta “Poesias Recortadas”, uma performance-sarau-poético, arte híbrida que abraça diversos ramos das visualidades. É encenada através da performance de pequenos fragmentos literários retratados em recortes-arte, cada elemento se fundindo ao trabalho do(a) poeta. O evento faz parte do projeto “Contemporâneo” do Memorial Vale.

 

KK Bicalho é mineira (de Belo Horizonte), curiosa e observadora e desde criança faz miniaturas em papel. Formou-se em 2010 em Artes Plásticas e Arte-Educação pela Escola Guignard/UEMG e especializou-se em Desenho e Gravura em Metal. Desde então, pôde compreender mais a subjetividade de suas linhas e enfim deu nome à série de recortes de papel que criava desde pequena: MINUANCES. Fez a primeira minuance durante uma aula na graduação de Artes Plásticas na Escola Guignard, em 2008. O trabalho surpreendeu a todos (inclusive seus professores) por ser diferenciado. Com suas miniaturas de papel recortadas a mão livre participou de exposições em cidades de Minas Gerais e do Rio de Janeiro. Em 2020, as Minuances completam 10 anos de existência. São 10 anos de um trabalho inovador, criado na coincidência do acaso, sem referência direta de outros artistas que realizam trabalhos de recortes em miniaturas.

 

11/12 – RECITAL OFERENDA PARA OS ORIXÁS, COM SILAS PRADO

No dia 11 de dezembro, sexta-feira, às 19h30, o Memorial Vale apresenta o recital “Oferenda para os Orixás”, com o músico Silas Prado. O projeto consiste no encontro de dois universos musicais: o dos instrumentos percussivos de manifestações culturais afro-brasileiras e o dos instrumentos de sopro presentes na tradição mineira das bandas de música. O evento faz parte do projeto “Contemporâneo” do Memorial Vale.

 

Este projeto surge da vivência do artista Silas Prado como músico/pesquisador, iniciada na infância, na Banda de Música de Francisco Dumont/MG, onde iniciou sua vida musical e esteve perto das tradições afromineiras. Assim, teve o aprendizado no interior mineiro, em que o sagrado encontra o profano e as cerimônias viram festas. Essa trajetória musical é um exemplo de quanto as tradições afro-brasileiras estão presentes em Minas Gerais. Dessa forma, o objetivo é proporcionar o encontro do som das bandas de música e das claves percussivas afro-brasileiras.

 

Silas Prado é Saxofonista e Flautista, natural de Curvelo. Seu primeiro instrumento na banda de música onde começou a tocar aos 10 anos foi o trombone. Posteriormente, aos 18 anos, começa a trabalhar em Belo Horizonte e a se fixar como saxofonista. Formou-se em 2016 na Faculdade Livre de Música Popular – BITUCA. Em 2017, entra para o curso de Música Popular da UFMG. Na sua trajetória, Silas teve como professores músicos como Cléber Alves, Mauro Rodrigues, André Limão Queiroz, Rafael Martini, Ian Guest, Gilvan de Oliveira, Pedro Motta e outros. Silas é líder do grupo de música instrumental brasileira Outra Coisa. É membro da Geraes Big Band – UFMG, na qual teve a oportunidade de tocar com músicos como Leitieres Leitte, Eduardo Neves, Benjamim Taubikin, Itiberê Zwarg, Lars Møller dentre outros. Também trabalhou com artistas como Léo Ferreira, Lu Mattos, Babadan Banda de Rua, Dom Pepo, Iconili, Aurora Boreal Jazz Band, Orquestra de Choro da UFMG, Quartetos de Saxofones da UFMG, dentre outros.

 

12/12 – BATE-PAPO AO VIVO SOBRE A OFICINA DE DANÇA CORPO-ONDA

No dia 12 de dezembro, sábado, de 10h30 às 12 horas, a bailarina Priscila Viana Patta faz ao vivo um bate-papo com o público sobre a oficina de dança “Corpo-Onda - Autoconhecimento e Prazer pelo Movimento Dançado”. É preciso se inscrever pelo telefone 31 3343-7317. As vagas são limitadas. A conversa integra o projeto “Contemporâneo”, do Memorial Minas Gerais Vale.

 

Desenvolvido por Priscila Patta desde 2011, no método Corpo-Onda a coluna vertebral se constitui em um elemento central para o estudo e a criação de movimento. Também são fundamentais, as ideias de transmissão de informação através de ondas, e as ações de contração e expansão para experimentar movimentos. A proposta é mergulhar no estudo dos movimentos ondulatórios e espiralados para compreender sua estrutura e seus desdobramentos, tanto anatômicos, quanto artísticos.

 

Priscila Patta é especialista em dança contemporânea e dança do ventre, com 20 anos de trajetória nacional e internacional. É licenciada em Dança pela UFMG e treinadora do método GYROKINESIS®. Integrou o elenco da Cia Será Quê? e Gothan Cia de Dança. É fundadora da Rede Sola de Dança, co-fundadora do Coletivo #Tapioca e membro do Fórum da Dança de BH.

 

12/12 – ESPETÁCULO DE DANÇA “PORVIR”, COM LETÍCIA NABUCO

No dia 12 de dezembro, sábado, às 16 horas, o Memorial Vale apresenta o espetáculo de dança “Porvir”, de Letícia Nabuco, que busca o apagamento de certezas que dão origem a tensões raciais e aos chamados papéis de gênero. Em meio à solidão, à intolerância e aos discursos de ódio, deslizamos na direção de aberturas para a esperança, a torcida, a crença e mesmo a evocação de tempos que hão de estar no porvir. A apresentação integra o projeto “Gerais Cultura de Minas”, do Memorial Vale.

 

Porvir propõe danças onde a fluidez dá a tônica do gesto. No atual momento de pandemia em que a solidão, o medo, a intolerância e os discursos de ódio parecem exacerbá-las, deslizamos dessas certezas para experimentações através da dança contemporânea e do contato-improvisação, na direção de aberturas para a esperança, a torcida, a crença e mesmo a evocação de tempos que hão de estar no porvir.

 

Leticia Nabuco trabalha como artista, pesquisadora e docente nas áreas da dança e performance, com incursões em teatro e vídeo. É interessada no cruzamento de linguagens, questões políticas/corporais envolvidas nas relações dos diversos contextos onde atua e jogos de parceria e dependência com o público. Nasceu no Rio de Janeiro, mora e trabalha em Juiz de Fora/MG desde 2006, quando fundou na cidade o Diversão & Arte Espaço Cultural, espaço que investe na formação e transformações do cenário artístico local. É licenciada em dança pela Faculdade Angel Vianna (2006, RJ) e pós-graduada em Sistema Laban/Bartenieff pela mesma instituição (2011, RJ).

 

12/12 – SAMBA DE JUIZ DE FOR A E AUTORAIS, COM ROGER RESENDE

No dia 12 de dezembro, sábado, às 17 horas, o cantor, compositor e violonista Roger Resende apresenta sambas históricos feitos em Juiz de Fora e que tão bem representam o gênero na Zona da Mata e no estado. Ele apresenta também composições autorais que, ao mesmo tempo em que são influenciadas pelo samba do passado, representam a qualidade e relevância artística da produção atual. A apresentação integra o projeto “Gerais Cultura de Minas”, do Memorial Vale.

 

O mineiro Roger Resende apresenta uma consistente atuação no mercado artístico de Juiz de Fora (MG) e, ao mesmo tempo que é um dos responsáveis pela revitalização do samba na cidade, é um dos nomes mais destacados do gênero no estado. Com mais de 35 anos de atuação musical, ele possui cinco discos lançados: “Roger Resende canta Ernani Ciuffo, o filósofo do samba” (2004); “Borandá meu camará” (2010); “Ponto do Samba” (2016); “Ponto do Samba volume 2” (2017) e o “Roger Resende canta Nilton Cocada, mestre em samba” (2017). Toda a obra musical de Roger Resende está disponível no Spotify. Atualmente, prepara o lançamento do sexto álbum, “Nossa toada” em parceria com a cantora Juliana Stanzani, ainda para 2020.

 

12/12 – “UM MILHÃO EM BARRAS DE OURO”, PERFORMANCE DE DEDÉ SANTAKLAUS

No dia 12 de dezembro, sábado, às 19 horas, Dedé Santaklaus irá performar a música inédita de mesmo nome de seu novo álbum "Um Milhão Em Barras De Ouro", com a exibição do vídeo clip da música. A apresentação integra o projeto “Gerais Cultura de Minas”, do Memorial Vale.

 

Dedé Santaklaus é cantor, compositor, músico e produtor musical de Sete Lagoas, residente em Belo Horizonte. Começou sua carreira na música em 2010 na banda Absinto Muito, com a qual lançou 4 discos e fez duas viagens internacionais (Bolívia/Inglaterra), além de turnês pelo Brasil. Em Beagá, entrou em contato com a cena de Rap da cidade e integrou como baterista na Filhos de Sandra, banda contando em sua formação os artistas Hot Apocalypse e Mc Oreia. O grupo se apresentou em grandes festivais da cidade tais como S.E.N.S.A.C.I.O.N.A.L e Virada Cultural de BH. É integrante do Bloco Swing Safado, do Conjunto Santa Maria (Morro das Pedras), banda que tem agitado o Carnaval de BH, tocando em 2020 pela segunda vez consecutiva no palco principal da Praça da Estação, além de promover desfile na comunidade há 6 anos. Atualmente, está produzindo e lançando singles com clipe do seu disco novo "Um Milhão em Barras de Ouro".

 

13/12 – LIVE DE CHICO LOBO APRESENTA O SHOW “SERTÃO EM MIM”

No dia 13 de dezembro, domingo, às 11 horas, o músico Chico Lobo faz uma live para apresentar o show “Sertão em Mim”, que é um mergulho na mineiridade inspiradora do Grande Sertão Veredas de Guimarães Rosa. São composições inéditas de Chico Lobo, do novo CD “Alma e Coração”, nascido na pandemia. Um enfoque emocionante sobre o que considera sagrado: o sertão de dentro e de fora de si. Uma experiência universal. Integra o projeto “Gerais Cultura de Minas” do Memorial Vale.

 

Chico Lobo, nascido em São João Del Rei, é considerado violeiro de estirpe, mestre das notas choradas, compositor de obras que destroem qualquer preconceito musical. Tem presença de palco cativante. Transporta aos espetáculos o ambiente étnico cultural de festa e celebração – contexto caipira -, conectado à atualidade. Lançou 25 CDs; dois DVDs e um livro. Recebeu 3 vezes o Prêmio Profissionais da Música. Em novembro de 2020 lança seu novo CD Alma e Coração em que todos os envolvidos gravaram, em plena pandemia, em seus próprios home studios. Em seus espetáculos desfilam ritmos como: folias, catiras, lundus, reisados, modas, cateretês. Além de causos que levam a total participação do público.

 

13/12 – CID ORNELAS APRESENTA “SEJA QUAL FOR A ESTAÇÃO”

No dia 13 de dezembro, domingo, às 18 horas, o músico Cid Ornelas apresenta o show “Seja qual for a estação”, acompanhado de sua banda formada por Gustavo Figueiredo (Piano/Teclados), Renato Saldanha (Violão/Guitarra), Hugo Silva (Contrabaixo), e Ricardo Cheib (Bateria). No repertório, sucessos conhecidos do público, como Bentealtas, Neons e pérolas do Clube da Esquina. Integra o projeto “Gerais Cultura de Minas” do Memorial Vale.

 

Mineiro, nascido em Belo Horizonte, Cid Ornellas é formado em violoncello pela Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais. Foi integrante da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, Orquestra de Câmara da UFMG, Orquestra de Câmara UNI-BH, Quarteto de Cordas UNI-BH e Quarteto de Cordas Belo Horizonte. É também violonista e cantor. Ganhou vários prêmios como solista. Consagrado pela crítica e pelo público, é respeitado por músicos Eruditos, do Jazz e MPB como um dos mais expressivos instrumentistas brasileiros. Cid Ornellas conta em seu currículo com 6 Cd’s solos, o mais novo deles “Cid Ornellas ao Vivo” e centenas de gravações ao lado de grandes nomes nacionais e internacionais. Versátil, coloca toda a sua técnica a serviço da música de qualidade, além de realizar novas sonoridades e efeitos com violoncellos acústico e elétrico.

 

14/12 – SARAU LITERÁRIO “SE A VIDA FOSSE MÚSICA”, COM MURILO ANTUNES

No dia 14 de dezembro, segunda-feira, às 19h30, o Memorial Vale apresenta o sarau literário “Se a vida fosse música”, com Murilo Antunes. No vídeo, Murilo conta histórias de sua vida profissional como compositor e poeta: sua origem e influências, seus trabalhos expressivos, seus parceiros. O relato é intercalado por videoclipes de algumas músicas compostas por ele e apresentadas pelos parceiros. São momentos de sensibilidade, música e poesia, compilados em 50 minutos de pura arte. Integra o projeto “Contemporâneo” do Memorial Vale.

 

Murilo Antunes nasceu em Pedra Azul, Vale do Jequitinhonha, em 1950. Morou em Montes Claros e reside em Belo Horizonte. É um dos letristas reconhecidos do Clube da Esquina. Começou a compor aos 18 anos e, hoje, aos 70, tem mais de 300 músicas gravadas. É parceiro de compositores de várias gerações da MPB: seu filho João Antunes, Sirlan, Tavinho Moura, Flavio Venturini, Toninho Horta, Flávio Henrique, Beto Guedes, Lô Borges, Vander Lee, Sergio Santos, Wagner Tiso, Nelson Angelo, Paulinho Pedra Azul, Juarez Moreira, Celso Moreira, Nivaldo Ornelas, Telo Borges, Vitor Santana, Beto Lopes, Thiago Delegado, Marcos Frederico, Geraldo Vianna, Célio Balona, Túlio Mourão, entre muitos outros. Como poeta, publicou 3 livros em edições esgotadas: “O Gavião e a Serpente” (1979), “Musamúsica”(1990), “Breve Balada para Viola e Sangue” (Caravana Grupo Editorial 2020), além de diversas publicações em revistas e jornais literários. Faz regularmente apresentações de poesia e música pelo seu trabalho de importância nacional, é citado na Enciclopédia da Música Brasileira, de Ricardo Cravo Albin.

 

 

EXPOSIÇÕES EM ANDAMENTO

 

ATÉ 10/12 – EXPOSIÇÃO PRETAS NO BRANCO, DE MÁRCIO SILVA

Até o dia 10 de dezembro o Memorial Vale exibe a exposição de fotografias “Pretas no Branco”, do produtor cultural e fotógrafo Márcio Silva. O enfoque é sobre a identidade, o empoderamento e o protagonismo das mulheres afrodescendentes dentro da sociedade. Violência contra a mulher negra, beleza, autoestima, transição capilar, afeto e autoconhecimento das mulheres afrodescendentes são alguns dos temas abordados. O evento integra o projeto Mostra de Fotografia, do Memorial Vale.

 

São 30 obras que ilustram o trabalho e a imersão dessas mulheres no universo da fotografia de Márcio Silva. O trabalho foi idealizado e produzido por Márcio Silva, com a participação da modelo Chay Miguel, da maquiadora artística Kelly Camillozzi e das maquiadoras sociais Camila Sampaio, Fabiana dos Santos e Francielle Calegario. A curadoraria é de Marcia Alves.

 

Márcio Silva é produtor cultural, fotógrafo, professor de dança e coreógrafo. É gestor cultural e artístico no Centro Cultural Alto Vera Cruz, em BH. Se especializou em Forró Pé de serra e universitário e na dança Kizomba. Atua na Central Única das Favelas CUFA – MG na região leste de BH. A exibição segue no site do Memorial até o dia 10/12.

 

ATÉ 17/12 – EXPOSIÇÃO “MESTRES DANÇANTES DAS FESTAS DE AGOSTO”, POR CLEITON FRANCISCO DA CRUZ

Até dia 17 de dezembro o Memorial Vale realiza a exposição “Mestres Dançantes das Festas de Agosto”, do artista plástico montesclarence Cleiton Francisco da Cruz. São obras inspiradas nas festas de agosto de Montes Claros, tempo de catopês, marujos e caboclinhos que saem às ruas com seus cantos em devoção ao Divino Espírito Santo, Santo Expedito e Nossa Senhora do Rosário. Assim, o artista reproduz em suas telas os elementos simbólicos e seus mestres - fitas e cores, sons dos tambores e viola a tocar, manifestação cultural popular e tradicional que acontece em Montes Claros há mais de 170 anos. Nessa exposição, Cleiton Cruz, na maioria de suas obras, utiliza como suporte para sua composição artística objetos artesanais. Esteiras e peneiras de palha, produtos que permeiam o imaginário popular, com raízes na cultura indígena, transformam-se em telas para receber os personagens de uma das mais importantes expressões da religiosidade e da cultura afro-brasileira presentes em Minas Gerais. A exposição faz parte do projeto “Gerais Cultura de Minas” do Memorial Vale.

 

Cleiton Cruz é artista visual. Nasceu e reside em Montes Claros. É contra-mestre da Primeira Marujada das Festas de Agosto de Montes Claros. Graduado em história, cursa Artes Visuais na Universidade de Montes Claros. Desenha desde os 13 anos, mas somente há seis anos começou a compartilhar suas obras e realizar suas exposições; atualmente faz parte da Associação de Artistas Plásticos de Montes Claros e, além das pinturas, é ilustrador e quadrinista.

 

ATÉ 24/12 – EXPOSIÇÃO LUDICIDADES, DE MARIANA LATERZA

Até o dia 24 de dezembro o Memorial Vale apresenta a exposição “LudiCidades”, de Mariana Laterza, que apresenta uma série fotográfica que reinterpreta os detalhes do território urbano de Belo Horizonte, lançando sobre eles um olhar poético. A série foi criada com base no conceito e prática de deriva, no qual a cidade foi percorrida e registrada fotograficamente, desdobrando-se em obras que buscam desvelar narrativas lúdicas, poéticas invisíveis contidas no banal e cotidiano da cidade e que apreendem uma BH que vai além do seu estigma moderno. A exposição tenta, através da ressignificação poética dos detalhes e de sua combinação de títulos, preencher o entorno com novos significados e trazer à tona uma reflexão sobre o espaço que habitamos e como ele pode ser usufruído para além de mero produto capitalista. O evento faz parte do “Mostra de Fotografia” do Memorial Vale.

 

Mariana Laterza é natural de Belo Horizonte e atua como artista plástica, pesquisadora e arte educadora. É Mestre em Artes pela UEMG (2018) e Bacharel em Pintura e Gravura pela Escola de Belas Artes da UFMG (2012 e 2014), iniciou os estudos em gravura na Holanda, onde residiu por um ano (2006). Possui formação complementar em Fotografia e Manipulação Digital pela Escola de Imagem BH (2015) e Fotografia Aplicada ao Teatro pela Fundação Clóvis Salgado (2016). Mariana pesquisa os diálogos entre arte e psicanálise: já participou de diversas palestras e seminários sobre o assunto pelo Instituto Carl Gustav Jung MG, pela FunarteMG (2013 – 2017) e pela Casa Fiat de Cultura (2017). Recebeu menção honrosa pela UFMG por sua pesquisa científica em gravura (2014) e participou a convite da universidade do Encontro Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, em São Carlos, SP (2015).

 

ATÉ 04/01/21 – EXPOSIÇÃO “AVENIDA AMAZONAS”, DE FELIPE CHIMICATTI

Até 1 de janeiro de 2021 o Memorial Vale apresenta a exposição “Avenida Amazonas”, de Felipe Chimicatti. O ensaio se propõe a ser um documento não convencional da cidade de Belo Horizonte a partir de uma de suas principais artérias urbanas. O trabalho possui 50 fotografias monocromáticas em película, todas produzidas na extensão da avenida ao longo do ano de 2019. A exposição segue até o dia 4 de janeiro de 2021 e integra o projeto “Mostra de Fotografia” do Memorial Vale.

 

A avenida Amazonas, uma das principais vias de acesso de uma das maiores capitais brasileiras, condensa um amontoado de imagens que quando vistas de dentro dos veículos produz formas mais ou menos vagas e pouco precisas. Esse amalgamado urbano é produto formal de uma das primeiras cidades planejadas do Brasil. Representa, após pouco mais de 100 anos da sua construção, um estado das coisas ligado ao tempo, ao ostracismo, à monotonia da ideia da cidade-progresso, à aspereza e opacidade.

 

Felipe Chimicatti desenvolve trabalhos ligados à fotografia, ao vídeo, ao cinema e às artes visuais. Suas pesquisas estão ligadas à dimensão do arquivo, da película e da documentação. Em 2017, publicou o fotolivro “Santiago – Fogo”, pela editora Chão da Feira. No ano passado, participou da Temporada de Projetos do Paço das Artes, em São Paulo, com a exposição que reúne as imagens que deram origem ao livro. Na área da cinema, realizou os filmes “Brooklin”, “O jardim”, “Eles Sempre Falam Por Nós”, “Na Velha Lagoinha”, “Bruno”, ‘espinhela Caída”, “Linha de Impedimento” e “Empurrando o Dia”. Atualmente, desenvolve pesquisa de mestrado no departamento de artes visuais, da UFMG, sobre livros que têm como tema principal as erupções do Vulcão do Fogo, em Cabo Verde; e integra a produtora audiovisual NAUM.

 

 

Até 10/01/21 – EXPOSIÇÃO NGOMAS: SARAVANO TAMBUS, PEÇO LICENÇA PRA MEU CANTO FIRMÁ, POR RIDALVO FÉLIX

Até o dia 10/01/21, o Memorial Vale apresenta a exposição “NGomas: Saravano Tambus, peço licença pra meu canto firmá”, de Ridalvo Félix. Ngoma, termo encontrado na língua kimbundo, significa tambor. É utilizado nas tradições afro-brasileiras de matrizes Bantu para se referir aos tambores e às expressões de cantantes dançantes. O tambor é feito de tronco de árvore escavado, coberto com pele de animal, e sua afinação é realizada numa fogueira. Aqui, os ngomas confluem expressões que matizam e geram cantos dançados. A intenção dessa expografia (e afrografias) é entoar os constructos sistêmicos e epistêmicos a partir das Famílias de Ngomas dos Candombes mineiros, em que as espirais do tempo/espaço traduzem modos de ser/estar em cada uma delas. O evento faz parte do projeto Novos Pesquisadores do Educativo do Memorial Vale.

 

 

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