TEATRO EM MOVIMENTO APRESENTA “MINHA VIDA EM MARTE”
MUSICAL INFANTIL “O TUBARÃO MARTELO E OS HABITANTES DO FUNDO DO MAR” FAZ ÚNICA  APRESENTAÇÃO NO DIA 11 DE MARÇO, NO TEATRO BRADESCO, EM BH

Com texto e atuação de Mônica Martelli, espetáculo traz a continuação da saga de Fernanda, personagem criada pela atriz e autora, em 2005. Montagem terá duas apresentações dias 14 e 15 de abril, no Cine Theatro Brasil Valourec

 

 

 

O Teatro em Movimento, festival que acontece durante o ano inteiro sempre com variedades de gêneros teatrais, traz a Belo Horizonte o espetáculo “Minha Vida em Marte”, nova obra de Mônica Martelli, que estreou no Rio de Janeiro, em maio de 2017. De lá para cá, a atriz e autora comprovou o fôlego de sua personagem, sempre com sessões esgotadas e direito a fila de espera - foram mais de 50 mil expectadores, em nove meses e cinco indicações a prêmios. Tamanho sucesso fez a montagem um dos maiores fenômenos teatrais do ano passado, tendo passado também por Brasília e Goiânia e que agora chega à capital mineira, dias 14 e 15 de abril, sábado às 21h e domingo, as 19h, no Cine Theatro Brasil Valourec.

 

A peça é a continuação da saga de Fernanda, personagem que surgiu pela primeira no teatro em 2005, quando Mônica Martelli lançou a comédia “Os Homens São de Marte... E é pra Lá que eu Vou” sem imaginar o sucesso que o espetáculo protagonizado e escrito por ela alcançaria. Nem tampouco esperava a reviravolta que Fernanda, a personagem que criou para falar de amor e discutir o empoderamento feminino (muito antes da expressão cair no gosto popular) faria em sua trajetória pessoal. A autora, então com 36 anos, viu a peça tornar-se um sucesso sem precedentes ao alcançar mais de 2,5 milhões de espectadores e dar origem a um longa homônimo – que arrastou mais de 2 milhões pessoas para os cinemas – e a uma série televisiva com o mesmo título que já está em sua terceira temporada no GNT, sendo uma das maiores audiências do canal.

 

Doze anos depois, aos 48 anos, Mônica repete o sucesso de sua peça precursora. Minha Vida em Marte, dirigida pela irmã Susana Garcia, traz de volta Fernanda, agora com 45 anos, à procura de respostas para a sobrevivência conjugal. “Demorei para fazer esta peça porque sei que só é possível falar com propriedade sobre um assunto quando se consegue olhar para ele com distanciamento”, resume a autora que, tal qual sua personagem, conhece a fundo a dor da separação. Tendo como suporte suas próprias experiências, Mônica leva ao teatro um monólogo bem-humorado que aproxima através do riso e leva homens e mulheres à reflexão. E assim a atriz se confirma como uma das autoras brasileiras que melhor traduzem o comportamento feminino moderno.

 

“Minha Vida em Marte” chega a Belo Horizonte em uma realização do Festival Teatro em Movimento  com o patrocínio da Rede e Unimed, via Lei Federal de Incentivo à Cultura.

 

O enredo de Minha Vida em Marte

 

Se “Em Os Homens São de Marte…" Fernanda estava em busca do amor, em Minha Vida em Marte a personagem agora está casada há oito anos com Tom, com quem ela teve uma menina de 5 anos: Joana. Este é o pano de fundo para a protagonista se questionar na terapia de grupo. É nas sessões de análise que ela narra e vivencia deliciosamente as alegrias e os muitos problemas do seu casamento. Ali ela expõem assuntos íntimos, como por exemplo a falta de tesão, ou as tentativas de “trabalhar a relação”, e percebe que nas relações estagnadas, adia-se o afeto e acumula-se mágoas. “É muito comum no casamento que a gente deixe para amanhã a ternura, o sexo e a tolerância. E quando percebemos, a família que tanto sonhamos está por um fio”, revela Mônica sobre o destino de Fernanda. 

 

Fernanda será capaz de superar a crise ou será preciso se separar? Vale a pena enfrentar a solidão? São questões que sob a ótica de uma mulher bem-sucedida vão permear essa história que toca ainda em temas como traição, machismo, trabalho duplo da mulher e educação dos filhos. Minha Vida em Marte é um texto libertador que foi escrito sob a premissa de que ser feliz é fundamental.

 

 

Mônica Martelli, a autora que melhor interpreta sua criação

 

A atriz carioca é a criadora e intérprete de “Os Homens São de Marte... E é pra Lá que eu Vou”, montagem que em 12 anos foi vista por mais de 2,5 milhões de espectadores, passou por 40 cidades em 20 estados brasileiros – além de Portugal – e tornou-se um dos mais longevos sucessos de público do gênero no país. O monólogo foi um verdadeiro fenômeno teatral e deu origem a uma série que está em sua terceira temporada no canal GNT. E a um filme codirigido por Susana Garcia que levou aos cinemas dois milhões de pessoas em 2014. Em outubro de 2017 teve o início as filmagens da película “Os Homens São de Marte... E é pra Lá que eu Vou 2”.

 

Mônica é vista ainda, há quatro anos, como uma das apresentadoras do programa Saia Justa, no canal GNT. Participou de novelas globais como Beleza Pura e TITITI, integrou o elenco do seriado Mandrake, da HBO, e de filmes como Trair e Coçar e Só Começar, entre outros.

 

 

 

Susana Garcia, a diretora por trás do sucesso

 

Susana Garcia é a diretora do espetáculo Minha Vida em Marte e irmã de Monica Martelli. Essa parceria profissional começou na codireção do filme Os Homens São de Marte..., continuou durante as 3 temporadas da série do GNT que Susana dirigiu e agora completa um ciclo artístico no teatro. Sua carreira teve início como codiretora no espetáculo La Barca d’América. Logo depois seria ovacionada em sua estreia na direção, ao lado do marido Herson Capri, em Eu Sou Minha Própria Mulher – a dobradinha de sucesso seria repetida com Capri no infantil A Casa da Madrinha. Sua assinatura está ainda em outros trabalhos como Conversando Com Mamãe, Querida Mamãe e A Fada Que Tinha Ideias. 

 

Ficha Técnica 

Texto e interpretação de Mônica Martelli / Direção de Susana Garcia / Cenografia de Flávio Graff / Figurino de Marcella Virzi / Iluminação de Maneco Quinderé / Trilha: Lucas Marcier e Fabiano Krieger / Direção de Movimento de Marcia Rubin / Direção de produção de Herson Capri / Produção de Capri Produções/ Produção em Belo Horizonte: Rubim Produções / Realização em Belo Horizonte: Teatro em Movimento, com patrocínio da Rede e Unimed, via Lei Federal de Incentivo à Cultura. 

 

Link para fotos: http://bit.ly/2DEx5Jz

 

 

SERVIÇO: “MINHA VIDA EM MARTE”, COM MÔNICA MARTELLI

Classificação Etária: Livre. Duração: 70 minutos

 

Data/Horário: 14 e 15 de abril. Sábado, às 21h e domingo, às 19h

 

Local: Cine Theatro Brasil Valourec - Avenida Amazonas, 315, Centro, Belo Horizonte

Ingressos Plateia I: R$90,00 (inteira)  e R$ 45,00 (meia) / Plateia IB: R$80,00 (inteira)  e R$ 40,00 (meia) / PlateiaII: R$60,00 (inteira)  e R$ 30,00 (meia)

Informações:  (31) 3201.5211 ou (31) 3243.1964

www.teatroemmovimento.art.br 

http://cinetheatrobrasil.com.br

 

 

INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA:

Jozane Faleiro - jozane@luzcomunicacao.com.br

31 992046367 - 31 35676714

 

SOBRE O FESTIVAL TEATRO EM MOVIMENTO

 

O projeto Teatro em Movimento, coordenado pela Rubim Produções, de Tatyana Rubim, completa 16 anos, em 2017, com o objetivo de descentralizar o acesso às grandes montagens do eixo Rio-São Paulo, promovendo a circulação dos mesmos para Belo Horizonte que tornou-se, ao longo do tempo, praça relevante para a apresentação de importantes repertórios. Além disso o projeto também atua em outros Estados e o outras cidades. Desde então, contabiliza 178 montagens, que somam mais de 526 apresentações, envolvendo cerca de 552 artistas, em 14 cidades, 27 teatros e público superior a 394.214 mil pessoas.

 

Inicialmente, atuando em Minas Gerais e seu entorno, o projeto trouxe àcapital mineira e algumas cidades do interior, espetáculos com peso nacional, tendo no elenco atores como Bibi Ferreira, Lázaro Ramos, Tais Araújo, Selton Mello, Renata Sorrah, Thiago Lacerda, Grace Passô, Débora Falabela, Yara de Novais, Mateus Solano, Glória Menezes, Antônio Fagundes, Nicete Bruno, Paulo Goulart, Marco Nanini, Luana Piovani, Lilia Cabral, Rodrigo Lombardi, Cláudia Raia, Marisa Orth, Paulo Gustavo, Julia Lemmertz e muitos outros. Dentre os espetáculos que o projeto deslocou para a capital mineira estão “Hamlet”, “Incêndios”, “Esta Criança”, “Gonzagão –a Lenda”, “Bibi Ferreira –Histórias e Canções”, “Quem Tem Medo de Virgínia Woolf”, “O Grande Circo Místico”,  “New York, New York”, “Bem-vindo, Estranho”, “Milton Nascimento –Nada SeráComo Antes”, “Cassia Eller –o Musical”, “Azul Resplendor”, “Poema Bar”e muitos outros.

 

O projeto também já atuou em outras cidade brasileiras, como São Luiz (MA), Vitória (ES) e Aracajú(SE), Corumbá(MS), São Paulo (SP), Mangaratiba (RJ), Canaãdos Carajás.(PA) Em Minas Gerais, além de Belo Horizonte, o projeto atua ou já atuou em Imperatriz, Açailandia, Parauapebas, Mangaratipa, Itabirito, Mariana, Ourilandia, Ouro Preto, Araxá, Tiradentes, Betim, Contagem, Ipatinga, Nova lima e Juiz de fora. Os resultados do projeto vão além da inclusão das cidades na circulação das montagens. A iniciativa possibilita a formação de um espectador mais crítico e de um público mais preparado e habituado a lotar as salas dos teatros. A ideia éconsolidar o hábito de ir ao teatro e fomentar a cultura das artes cênicas, por isso os espetáculos acontecem ao longo do ano e não concentrados em um curto período como nos festivais. O teatro, sendo um agente de transformação social, écapaz de atuar como um difusor de ideias e de cultura podendo ser usado como um instrumento de comunicação. Para ratificar a potencialidade de transformação social e cultural do teatro e colocar em prática os objetivos do projeto, o Teatro em Movimento ainda promove, sempre que possível, oficinas gratuitas, palestras e workshops para profissionais da área e interessados. Dessa forma, cria-se uma rede de circulação de informação fortalecendo a possibilidade de sustentabilidade do setor cultural.